quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cultura Digital


UAB-UNB
Curso: Artes Visuais
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 1                        
Tutora: Alice Maria de Araújo Duarte Pinto
Aluna: Ione Rodrigues de Macedo
Notebook 
Cultura Digital

Com a evolução das tecnologias é cada vez maior o número de pessoas que vem aderindo à cultura digital, antes apenas os intelectuais, os empresários da área digital tinham acesso a rede, se falava em computador, mas era apenas um sonho, mas este se tornou mais que uma realidade em nossos dias. Em muitos lares se tornou um bem necessário, pois o pai usa para resolver os negócios da empresa, a mãe por necessidade de acompanhar os filhos também navega na rede.  Assim a família também se tornou uma consumidora atuante da cibercultura.      
A escola agora tem um aliado, o computador tem um lugar reservado em nossas escolas, o professor não é mais um mero transmissor de conhecimentos, ele mais do que nunca um canal entre o aluno e o computador, professor e aluno caminham juntos, a caminho de novos  conhecimentos, um  mundo  de atrativos que precisa ser guiado cuidadosamente  pelo professor na escola, em casa os pais devem orientar os filhos, e também conhecer por onde os filhos navegam.
O professor deve incentivar o aluno na sala de aula a descobrir o universo que a cultura digital pode proporcionar ao mesmo. A cultura digital é uma ferramenta preciosa e pode dar bons resultados, não só para o aluno como para o professor que continua aprendendo. O vídeo “Buraco no muro” é uma demonstração de que,“ em um deserto sempre há um poço de água limpa”, muitas daquelas crianças nunca havia visto um computador, isso porque o próprio ambiente não oferece condições  favoráveis a própria vida, um lugar onde sequer a população tem acesso  a água potável, mas  a inteligência está  na humanidade, e contrariando a filosofia “os fins  não justifica os meios”. A cultura digital proporciona o livre acesso ao novo, ao inusitado, a procura do desconhecido, é tudo que aquelas querem crianças demonstraram ao tocar o computador.  Mesmo  em meio tantas dificuldades elas também sonham , tem seus anseios e fazem parte da inteligência da coletiva. “A luz do espírito brilha onde se crer que não existe inteligência”. (Pierre Levy)

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